domingo, 21 de junho de 2009

Laura - Otto Preminger - 1944


Clássico noir. Pronto. Já não tem mais nada pra falar.


Mas é isso mesmo. Imaginem só se Hollywood fosse hoje como era nesse tempo: Filmes de baixo orçamento, poucos atores, cenários simples e com roteiros, atuações e direções impecáveis? A vida de um cinéfilo seria bem mais agradável. Com certeza não ficaria meses sem ir no cinema, como fico aqui. Tudo acabou se tornando nessa indústria que está tornando cada vez mais intragável até para si mesma, mas tudo bem, se não temos uma Hollywood em época de ouro, temos muitos filmes fora do circuito norte-americano que valem muito a pena.
Pois bem, voltemos ao noir. Como disse é um clássico, e se é clássico ele tem que ter todas as características típicas de seu gênero. Laura, pra minha felicidade, não foge a regra. Tem cenas noturnas e escuras, revira-voltas, detetive frio e sem expressão que se apaixona pela femme fatale do filme, femme fatale essa que faz de sua personagem uma personagem polivalente. Ela é vítima, ela é assassina, ela é inocente, ela é esperta, ela é femme fatale, mas na verdade, ela é realmente foda!

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